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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Soneto da Saudade

Madrugada fria, silêncio nas ruas

Sinto uma vibração, entro em sintonia
Com o pulsar de seu coração em agonia
É minh’ alma que sintoniza a tua

A cada amanhecer a ausência me mata
Cada minuto sem você se vai minha alegria
Assusta-me a idéia de te perder um dia
Tenho fome desse amor que me falta

Quero acordar dessa dor e viver a magia
De estar em seus braços, e isso não me basta
Quero entregar-me nessa sinergia

Nossos corpos em plena e louca euforia
Ao som dos nossos gemidos como em cantata
Não nos importa que provoque até zombaria.

Diná Fernandes

2 comentários:

Maria Barros disse...

Mariavilhoso soneto! Explêndido!!! Aliás amiga, adoro tudo que você escreve!!!
Parabéns por mais esse lindo soneto!

Bjinhusssss da amiga, Maria Barros

Neneca disse...

Amiga, seus sonetos estão lindos! As construções bem trabalhadas. Parabéns! Beijos!