
O pensamento é como pequena partícula que se desprende de um cérebro ardente para dar forma às palavras veladas. É brincadeira de poeta que vive o evanescente, e os frêmitos que lhe ocorrem transformam-se em versos que dão formas ao poema. O poeta fala do obscuro, do real, do amor e do ódio, da alegria e da tristeza, da dor e do prazer e de tudo que é fruto do seu infinito pensamento. Diná Fernandes |