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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Inocência Corrompida




Despertaram meu silêncio
Feriram minha inocência
E os meus sonhos de criança
Deles, só me resta à lembrança

A minha inocência velada
Insanamente desvirtuada
Minha alma de menina
Esgarçada como velha cortina

Agora o que è que eu faço
Qual a minha identidade
Sou menina ou retraço?

Corrompida pela maldade
Nas cinzas me desfaço
Da inocência só saudade

Diná Fernandes


7 comentários:

Carlos Rímolo disse...

Querida amiga e poetisa!!!!

Muito lindo teu Blog. Adorei. Teu Soneto também é lindíssimo. Meus parabéns!
POETA CIGANO - 15/02/2010.

Dina a Ciganinha disse...

Meu adorável amigo Carlos,
Honra-me a sua benfazeja visita, bem como, suas gentis palavras alusivas ao meu testo e ao blog.
bjs meus!
Diná

Gleidson Melo disse...

Diná, amiga! Belo paralelo entre a inocência e experiências acumuladas com o tempo. Sonhos de infância sempre nos acompanham. Abraços e felicidades. Gleidson Melo http://gleidson-melo.blogspot.com

Silenciosamente ouvindo... disse...

Minha amiga obrigada pela visita ao meu
blogue.Os meus blogues estão abertos a todos
e nas diversas áreas. Se quiser que eu insira
algum poema seu, terei todo o prazer.Basta
deixar um comentário a dizer que o permite.
Virei cá mais vezes.Beijinhos/Irene

Isaías Gresmés disse...

É Diná, a inocência é um bem que um dia a gente perde e um dia, já maduro, a gente lamenta tê-la perdido. Mas quando a inocência é profanada por monstro insensíveis, a gente chora de tristeza. Parabéns pelo belo poema.

Maria Luiza Silva disse...

Mais uma linda poesia amiga Diná.
A inocência de criança nunca deveria ser corrompida em nossa alma.
Triste suave e verdadeira.
Parabens.

Dina a Ciganinha disse...

Gleidson, Silenciosamente , Isaias,
Obrigada pela passagem, leitura e comentário.
Prazer imenso receber vossas visitas e incentivo!

bjs em cada coração!
Diná