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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
sábado, 21 de fevereiro de 2009
AMOR SEM PRECONCEITO

Meu amor é da cor de cravo e canela
Aquece minha pele, me enche de paixão
Adocica meu coração... deixa-me mais bela
Amor agridoce ... saboreia meu coração
Juntinhos, o contraste é perfeito
Quando na nudação, somos café com leite
O branco e o negro, num tom mais que perfeito!
Nuances que me fascinam ...levam-me ao deleite
Amo sem preconceitos...por que os teria?
Não é o tom da sua pele, nem a fibra do seu cabelo
Que dita regras na parceria
É o desejo frêmito, é do amor um apelo
Se não tem vértices... a mim não importa
Nosso amor não aceita mensurações
Significativo, é como você se reporta
Amar, amar e amar sem restrições!
Que aos olhos do preconceito...entorta!
Diná Fernandes
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Triste Pesar

Triste pesar no coração
A minha alma está ressentida
O que era risos, agora desilusão
Sinto-me perdida sem vida
Sinto em mim a sua sombra
Que faz os meus dias cinzentos
Vivendo sob uma penumbra
Meus cubro de sentimentos
Insones noites de saudades
Que me fazem perambular
Sinto a falta da cumplicidade
Seu amor era o meu acalanto
No olhar doce enternecimento
Sua voz, mágico e saudoso canto
Diná/Cabedelo
ag08
Amopoesias
Publicado no Recanto das Letras em 07/08/2008
Código do texto: T1117364
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Monólogo
Uma solidão infinda
Uma cama vazia
Uma noite chuvosa
Um vinho sem companhia
Uma lareira sem fundee
Um jantar sem luz de velas
Uma noite de devaneios
Um corpo sem abraço
Um amanhecer sem sol
Um jardim sem flores
Uma folha que cai
Um ninho sem pássaro
Um café sem sabor
Um banho sem espumas
Uma saudade que maltrata
Uma espera com dúvida
Um amor que não veio
Um desejo incontido
Uma tela em branco
Um espelho sem imagem
Enfim...um prazer solitário!
Uma explosão de tantos ais!
Uma certeza.apenas...
Morri de saudades!
Diná Fernandes
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
O Contra Tempo

Queria te esquecer
Para não sentir essa dor
Que o coração chama de querer
Sinto o peito apertado
Lacunas abertas
Meu sangue derramado
O coração em sangria
Minha alma encharcada
Minha alegria é tardia
Numa jogada sem sorte
Tentei acertar o alvo
Perdi o meu norte
Fiquei a mercê do tempo
Tentando encontrar um aporte...
Enfrentei um contra-tempo
O mundo continua girando
A minha vida ficou morna
E tudo se transformando
Eu sigo...amando.
Diná Fernandes
domingo, 15 de fevereiro de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Quereres

Queria, que não houvesse guerras
E que todos pudessem se amar
Queria, que não se vendessem as terras
Queria , por elas, não ver o homem matar
Queria, que todos pudessem estudar
Para construir um mundo melhor
Queria , ver toda a nação comemorar
Queria a vida linda como um arrebol
Queria mergulhar bem profundo
Para um segredo desvendar
Queria contar para o mundo
Que descobri a forma certa de amar
Queria ver crianças felizes
Sem fome, e protegidas
Pois até nas suas raizes
Correm riscos e são molestadas
Queria não sofrer por amor
E nunca ter que chorar
Queria ter a beleza da flor
Queria apenas amar!
Diná Fernandes
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